Emergências Veterinárias

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NOVO TEMA DO PROGRAMA DE SAÚDE ANIMAL MERIAL – VACINAÇÃO FELINA Julho 18, 2010

Filed under: Saúde Pública — saudepublicaue @ 2:53 pm

A vacinação felina é o segundo tema do Programa de Saúde Animal Merial (PSAM). Esta iniciativa foi dirigida pelos proprietários de animais de companhia e médicos veterinários. Tem como objectivo sensibilizar a população para a vacinação dos animais de estimação e demais cuidados de saúde necessários, bem como o papel importante do Médico Veterinário.

 

http://www.veterinaria-actual.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1056&Itemid=2

 

Sabe-se que doenças como a calicivirose, herpesvirose e clamidiose podem ser prevenidas ou minimizadas pela vacinação. Para além disso também alertam para a raiva, que é uma zoonose que pode afectar os nossos felídeos domésticos. Sabe-se que há mais de 3 décadas o país está sem registo de casos de raiva, no entanto é importante estar-se em alerta devido à migração de mamíferos contaminados (selvagens e domésticos). Assim, é importante esta profilaxia no caso de gatos que vivem no exterior, em contacto com espécies cinegéticas ou selvagens e gatos que participam em exposições.

Assim, a Merial pretende fortalecer o conceito da consulta anual de vacinação felina, alertando os proprietários felinos para os cuidados preventivos anuais de medicina veterinária e a detecção precoce de patologias.

Para mais informações, consulte www.euvacino.com

Neste site poderá encontrar-se informações acerca das doenças que mais afectam o seu gato, bem como as clínicas e hospitais veterinários onde poderá usufruir desta iniciativa.

Notícia cedida pelo Jornal “Veterinária Actual” a 16 de Maio de 2010

AP

 

BRUCELOSE BOVINA COM OS VALORES MAIS BAIXOS DE SEMPRE NOS AÇORES Julho 18, 2010

Filed under: Saúde Pública — saudepublicaue @ 2:49 pm

 

                                                                               

  A taxa de incidência da brucelose bovina nos Açores foi de 0,2%, no final de 2009, o que representa «o valor mais baixo de sempre na região», segundo o Governo Regional dos Açores.

De acordo com os dados divulgados, as ilhas de Santa Maria, Graciosa, Pico, Faial, Flores e Corvo detêm actualmente o estatuto de “oficialmente indemnes” a esta doença, atribuído pela Autoridade Veterinária Europeia.

O plano para erradicação implementado consistiu na vacinação com a «Vacina RB51» e no recurso a sistemas de geo-referenciação, que permitiram identificar correctamente a constituição parcelar de cada exploração, automatizar o processo de trabalho no terreno e orientar o escalonamento e as saídas das brigadas de sanidade animal para o campo».

O Governo avança ainda que «os excelentes resultados» na brucelose «beneficiam também a saúde pública regional e consolidam a confiança dos consumidores» pelas produções açorianas.

A Brucelose é uma doença causada pela Brucella sp. que afecta não só bovinos, sendo uma zoonose com declaração obrigatória. Nos Bovinos temos a Brucella abortus (quase exclusivamente) e ocasionalmente a B.suis e B.mellitensis. A transmissão ocorre por via oral, venérea (rara), inseminação artificial e in útero. As portas de entrada incluem as mucosas, a conjuntiva e feridas ou pele intacta. Sabe-se que as fontes de infecção provêm de abortos, placentas, leite ou descargas uterinas. Os prejuízos económicos desta doença são inúmeros, tais como abate prematuro dos animais, sequestro das explorações com indemnizações aos produtores. Os animais infectados podem ter abortos (nos últimos 3 meses de gestação); morte pós parto ou nascimento de vitelos fracos; retenção placentária; redução na produção leiteira; inflamação das vesículas seminais, testículos e epidídimos; abcessos testiculares e artrites. O diagnostico da brucelose pode ser feita através dos sintomas de animais suspeitos, análises bacteriológicas, análises serológicas e PCR.

 

Brucella bovis no epidídimo © Bristol Biomedical, University of Bristol.

http://pathmicro.med.sc.edu/ghaffar/brucella.gif

 

                Assim em explorações com efectivos oficialmente indemnes, como as dos Açores, só devem adquirir animais de explorações com o mesmo estatuto sanitário, submeter os animais a quarentena e confirmar o diagnóstico serológico negativo.

Notícia cedida pelo Jornal “Veterinária Actual” a 29 de Janeiro de 2010 e actualizada a 9 de Fevereiro de 2010

AP

 

 
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